segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A CONSOLIDAÇÃO E O DISCIPULADO -4/7: O Líder Como Conselheiro


Qual a definição de aconselhamento?
A palavra que se usa no novo testamento para aconselhar é nouthesia que implica dar direção escriturística. No velho testamento significa dar conselho ou direção.
Para aconselhar biblicamente, o conselheiro tem que conhecer a fundo as escrituras, e desenvolver a capacidade de identificar os problemas e ser guiado pelo o espírito Santo, para as soluções esperadas. O propósito do aconselhamento é conseguir uma mudança de conduta, emoções e caráter por meio de transformação de valores e atitudes, com fundamento bíblico. Rm 8.14; Jo 14.16,17; 16.13.
O aconselhamento é básico para o pastoreio e para o cuidado dos discípulos. Por meio deles o líder os conhecerá a fundo e poderá concede-lhes ajuda e ministração em cada área de sua vida. Jo 10.27.
O aconselhamento é muito importante em relação a consolidação e discipulado, para que o aconselhado venha assim crescer de uma forma madura e equilibrada em sua vida, livrando-o de alguns perigos que venham aparecer em sua caminhada.

Qual a importância do aconselhamento?
È muito importante para pastorear e cuidar, o cuidado é muito importante na vida de um novo crente, pois assim como um bebê precisa de um cuidado todo especial para crescer bem e com saúde, o novo convertido também precisa ser bem cuidado, para crescer bem espiritualmente. Sl 23.1; Jo 10.9.
É útil para detectar problemas e ministrar, pois por viver no mundo por muito tempo, na maioria das vezes, vem com muitos problemas e hábitos que precisam ser mudados pela Palavra de Deus.   . I Jo 5.10.
O aconselhamento é fundamental para formar o caráter de Cristo, mostrando-lhe na Palavra o fruto do espírito recriado, que o seu novo caráter. Gl 4.19; 5.22.
Dar respaldo apoio e compromisso aos crentes, pois como verdadeiro cristão precisamos ser leais, fiéis e honrar com os nossos compromissos.
No aconselhamento também melhorar-se no novo convertido, o processo de restauração. Hb 12.12.
Também no aconselhamento é muito importante, corrigir erros doutrinários, que os novos convertidos porventura tenham aprendido por muito tempo, por não conhecer a verdade da Palavra de Deus e sim talvez, ter vivido uma vida religiosa na sua velha criatura. Gl 1.9.

Aconselhamento de Jesus:
Nós vemos na Palavra de Deus Jesus como conselheiro, aconselhando Nicodemos a respeito do novo nascimento, pois ele era leigo e iguinorante a respeito desse assunto, mais Jesus o esclareceu detalhadamente: Jo 3.1-15.
Outro exemplo de Jesus como conselheiro é quando nós o vemos conversando com a mulher samaritana, mostrando para aquela mulher a importância de ela beber a água da vida que estava bem próximo dela: Jo 4.1-30.

O aconselhamento implica em no mínimo três pessoas: o conselheiro, o aconselhando e o Espírito Santo.
O Espírito Santo como consolador, é apresentado como “paracletos”, que é o sinônimo de conselheiro, ajudador ou intercessor. Não incluí-lo no aconselhamento e não depender dele é um ato de auto-suficiência.
Devemos recordar a obra do Espírito Santo e relaciona-lo com o aconselhamento:
Ele nos ensinará e nos recordará de todas as coisas, para isso precisamos ter lido ou estudado, pois Ele não nos ensinará ou nos lembrará de alguma coisa que não tenhamos estudado: Jo 14.26. O Espírito Santo sempre nos guiará a toda verdade, pois o Espírito e a Palavra, que é a verdade, concordam entre si: Jo 16.13.
A Palavra de Deus nos diz que o Espírito Santo é que tem o papel de convencer do pecado: Jo 16.7,8. Ele também nos ensina o que devemos dizer como dizer e hora de dizer para a glória de Deus: Lc 12.12.
Falamos com os dons do Espírito Santo, essa é mais uma verdade da Palavra de Deus a qual nós podemos fluir comparando as coisas espirituais com as Espirituais: I Co 2.13.
A unção nos ensinará todas as coisas, e quando a Bíblia está falando de unção neste texto, é mesma coisa de poder ou Espírito Santo de Deus: I Jo 2.27.
O conselheiro: O aconselhamento é um trabalho que requer preparação e sabedoria; o líder de célula deve preparar-se para desempenhar esta tarefa e está em comunicação com os seus líderes superiores nesta área.   
Existem alguns requisitos para o conselheiro:
O conselheiro precisa ter um conhecimento extenso e profundo da Bíblia. O conselheiro deve está convencido de que a Bíblia é a verdade e fundamentar-se nela para motivar e inculcar a fé em outros. Este aspecto é muito importante, porque nos permite conhecer a vontade de Deus para cada caso e não desviar-nos da doutrina. Isaías 11.2; Cl 3.16; II Tm 2.15.
Outra coisa fundamental é sabedoria divina: Esta provém de Deus e nos serve para aplicar o conhecimento da maneira mais adequada para resolver conflitos e encontrar soluções. Pv 2.6,7; Lc 21.15; Tg 1.5. A sabedoria é um dom de Deus (Tg 1.5); aumenta-se com a experiência (Jó 32.7) e é adquirida em oração e estudo bíblico.
O líder precisa também ter boa vontade para os demais. Tendo o amor como base fundamental para nossas relações com os irmãos da igreja, pois este nos leva querer servi-lhes de maneira desinteressada buscando seu beneficio e mostrando seu interesse ativo para oferecer ajuda. I Tessalonicenses 3.12; O Senhor nos faz crescer e aumentar neste amor; Romanos 12.2; Este amor deve ser sem fingimento; Mateus 22.39; O amor deve ser ao próximo; Romanos 5.5; Este amor foi derramado pelo o Espírito Santo que nos foi dado.        

O Supremo Conselheiro
“Todavia, digo-vos à vontade; que convém que eu vá, porque, se eu não for o consolador não virá a vós; mas se eu for enviar vo-lo-ei” João 16.7.
“Mas aquele consolador, o Espírito Santo, que o pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” João 14.26.
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre”. João 14.16
    Nós vemos nos versículos acima, Jesus Cristo falando sobre outro consolador, que vivia para assumir o seu próprio ministério, o qual umas das características é ensinar todas as coisas, e faz lembrar tudo quando Jesus nos ensinou e dize; através da Sua palavra.
    A palavra consolador no grego “Paracleto” pode ser traduzido por conselheiro. Como o Espírito Santo é Deus; o papel do Espírito Santo no aconselhamento é de um Supremo conselheiro. O Espírito Santo tem um papel fundamental na e para a vida do líder, conselheiro. Hoje somos conselheiros, lideres, mas também filhos de Deus, e como filhos de Deus, nós somos guiados pelo Espírito Santo (Rm 8.14-16), e por sermos guiados pelo Espírito Santo, podemos ajudar outras pessoas a tomarem direções corretas, em relação a sua conduta, emoções e caráter, mas todas essas direções e conselhos são segundo a palavra de Deus. Porque o Espírito Santo nos guia segundo a palavra de Deus, que é a verdade (Jo 16.13; 17.17); Na hora do aconselhamento o Espírito Santo nos ensinara segundo a palavra de Deus o que nós devemos falar ou dizer (Lc 12.12); Durante o aconselhamento nós podemos fluir nos dons de conhecimento e sabedoria; se o Espírito Santo vir que é necessário, porque o Espírito Santo dá a cada um para o que for útil, e como quer (I Co 2.13; Pv 2.6-7; Tg 1.5; I Co 12.7-,11); se a pessoa ou as pessoas que estiverem sendo aconselhadas for cristãs, o Espírito Santo testificará com elas, e a unção as ensinará (Rm 8.16; I Jo 2.27); se não for cristã O espírito Santo convencerá do pecado, que é não crê em Cristo (João 16.7-9).
    Assim o Espírito Santo, o conselheiro supremo, nos aconselha para que possamos aconselhar corretamente; segundo a palavra de Cristo; segundo o nosso conhecimento da palavra de Deus. No aconselhamento é este o papel fundamental do Espírito Santo, ser um conselheiro supremo, ou seja, conselheiro dos conselheiros; mas nós devemos crê, andar e viver na palavra de Deus, para que possamos aconselhar corretamente, e guiado pelo Espírito Santo. Quando fazemos a nossa parte, Ele faz a sua; nuns vindo das profundezas de Deus.
    Não esqueça o Espírito Santo nos ensinará e nos recordará de todas as coisas (João 14.26), está é parte dEle; mas, amados agora é a nossa vez de fazer a nossa parte, devemos ler a palavra, devemos meditar na palavra de Deus, e com certeza amados, seremos excelentes conselheiros.
    Deixe o supremo conselheiro lhes guiar.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A CONSOLIDAÇÃO E O DISCIPULADO -3/7: A Relação Entre Líder e discípulo



A Relação Entre Líder e discípulo


 Normas básicas para manter uma relação em uma equipe de lideres:

 O líder precisa está sempre intercedendo pela equipe para que o diabo não o atinja em nome de Jesus. I Sm 12.23.

Assim como Jesus Pagou o preço em oração, todo líder precisa também pagar o preço em oração, no sentido de: gastar tempo orando pelos os seus discípulos, orar quando o Senhor o orientar, mesmo que não esteja com vontade de orar etc. Jo 17.9,20.

O líder precisa está sempre pronto para suprir as necessidades de seus discípulos, de alguma forma guiado pelo o Espírito Santo de Deus, mostrando assim o amor de Deus não apenas em palavras , mais também em obras. 1 Jo 3.18; Mc 6.30-32.

Ter uma relação de amizade com seus discípulos é muito importante, para que ambos venham amadurecer em confiança, uns para com os outros. Jo 15.14,15, 16.

     O líder não pode fazer tudo sozinho, ele precisa delegar funções e autoridade, pois ele só não levará a sua célula, ou seu o ministério muito longe, ele ficará sobrecarregado. O próprio Jesus delegou autoridade aos seus doze discípulos quando estava aqui na terra, ele é o nosso maior exemplo. A Palavra de Deus também nos ensina que um bota mil para correr e dois coloca dez mil. Lc 9.1-6.

 Porque alguns líderes fracassam na delegação de autoridade?


   Se o líder não delega responsabilidades, constantemente está enredado em um pântano de detalhes secundário que podem derrubá-lo e impedi-lo de funcionar em suas responsabilidades primarias. Fp 1.9.

    O líder precisar confiar e crer que os discípulos podem manejar o que lhes é designado, o apóstolo Paulo alegrava-se em confiar nos seus irmãos, discípulos, muitos temem por isso fracassam na delegação de autoridade, pois não está agindo em fé. II Co 7.16.

    O líder não precisa temer que os discípulos não tenham competência, e sim crer que Deus o fará abundar em toda graça e superabundar em toda boa obra, Jesus acreditou em seus discípulos. Lc 9.1-6; II Co 9.8.

     O líder foi chamado por Deus, e por isso não precisa ter medo de perder o reconhecimento, ninguém pode tirar aquilo que Deus lhe entregou, quem tem medo fracassa. Jo 5.34; II Tm 1.7.

Muitos temem que suas fragilidades sejam expostas, mais a Palavra nos ensina, que nós não um Espírito de medo, mais sim de poder, amor e moderação. II Tm 1.7.

    Outros pensam que não terão tempo para entregar o trabalho a outro e oferecer a necessária preparação. Os líderes precisam acreditar no que a Palavra de Deus diz: que Ele dá sabedoria a todos os que pedem com fé e não duvidando em seu coração. Tg 1.5; Rm 10.13-15.

Como delegar?


   Todos os líderes precisam selecionar os trabalhos que serão delegados e organiza-los para transferi-los, pois a Palavra de Deus nos ensina que devemos fazer tudo com ordem e decência. I Co 14.40.

    Guiado por Deus o líder deve escolher a pessoa adequada para o trabalho, para que o reino Deus não venha sofrer e sim crescer para a glória de Deus. Ef 4.11.

    Como líderes, devemos preparar e motivar a pessoa, a quem iremos entregar o trabalho para a sua realização. Mt 28.19.

  Entregar a tarefa e assegurar-se de que compreende plenamente o que a de fazer, pois sendo ambos estarão seguros que a obra será feita em nome de Jesus para a glória de Deus. Rm 10.14.

    Estimular a autonomia. Rm 8.14.

   Todo líder precisa manter uma supervisão de controle, não por desconfiança e sim pela organização, como pó exemplo: solicitar a prestação de contas etc. At 2.43-47.

 Ser exemplo em tudo: João 13.35.


    Os discípulos serão o reflexo do líder. O melhor sermão é o exemplo. O exemplo do líder é muito importante para estimulação e motivação do discípulo em relação a viver a Palavra de Deus.

      Se quisermos completar a nossa carreira como líderes poderosos em Deus, precisamos preservar a nossa integridade como filhos de Deus obedientes, deixando de lado todo embaraço que tão de perto nos rodeia e andar no amor de Deus, pois amando uns aos outros é que seremos verdadeiramente discípulos do nosso Senhor Jesus Cristo, e assim outros venham ver a glória do Senhor em nossas vidas e deseja-la para as suas vidas, tornando assim líderes referenciais, exemplares andando no amor de Deus. Jo 13.35; Hb 125.1,2. 

   Ministração e Doutrinamento. 
Lucas 22.39-40.

   É essencial ensina-lhes a Palavra de Deus, estabelecendo disciplina diária de leitura e estudo. É muito importante que todo líder ministre aos seus discípulos a Palavra e os doutrine de forma que eles aprendam a Palavra de Deus de uma forma clara e equilibrada, para que assim eles possam ministrar e ensinar a outras pessoas, o que ele aprendeu com o seu líder, no nome de Jesus, para a glória de Deus e seja assim um futuro líder seguro e firmado na Palavra Deus e não ser enganado por doutrinas falsas, ou doutrinas diabólicas, mais ser um cristão maduro e consciente da verdade que Cristo Jesus acima de tudo e de todos. Amém!    
 

A CONSOLIDAÇÃO E O DISCIPULADO - 2/7:Como Deve Ser Feita a Consolidação



Como deve ser feita a Consolidação

Como consolidar?
E recomendável que a pessoa que evangelizou consolide, pois já se estabeleceu uma relação de confiança e amizade, por isto é tão importante que cada membro da célula saiba como fazê-lo; se você é líder, tome tempo para ensinar os seus discípulos. Este processo requer tempo concentrado que varia de acordo com cada pessoa.
O que se deve fazer na consolidação é explicar para o novo crente o plano de salvação. Ensinando-o sobre o Amor do tipo de Deus: Jo 3.16; 10.10. Sobre a queda e redenção do homem, que o homem está afastado de Deus por causa do pecado, porém em Cristo está justificado do pecado: Rm 3.12,13; Is 59.2; Rm 3.23,24. Devemos ensinar sobre Cristo como único e suficiente Salvador, e o único caminho de reconciliação com o Pai: Jo 14.6; Gl 3.13; Ef 2.8,9; Is 53.3-12. Sobre arrependimento e sobre confessar Jesus Cristo como o Senhor de sua vida: At 3.19; Jo 16.8,9; Is 1.18; Pv 18.13; Rm 10.8-10; Ap 3.10; Jo 1.12.
Devemos também conhecer e resolver as suas inquietações com respeito à Bíblia, a igreja e a Deus. Há algumas perguntas que são comuns pelo o contexto religioso de nosso país. Por exemplo: Vocês não crêem na virgem Maria? Mt 13.54,55, 56. Qual a diferença entre católicos e crentes? Sl 1.4-6. Estou mudando de religião? Tg 1.26,27. O que fazer com as ofertas? Ml 3.10. O que faz o pastor? Jo 10.1-20 etc.
Identifique suas necessidades e problemas mostrando interesses nelas. Devemos ensinar a orar em linha com a Palavra de Deus. Ef 1.16-23; 3. 14-20; Fp 1.9-11. Busque textos bíblicos que os fortaleça e lhes ensine o ponto de vista de Deus. I Tm 2.4.
Seja sábio em aconselhá-los e motive-os para que sejam eles que tomem as decisões. Dt 30.19. Segundo as suas posses ajude-os materialmente. I Jo 3.17. E envolva-os nas atividades do ministério. At 2.46.
O sucesso durante o processo da consolidação.
Entenda que os novos crentes têm dúvidas e inquietações que devem ser resolvidas. Por isso devemos está manuseando bem e vivendo a Palavra de Deus, para que possamos resolver as suas duvidas e inquietações pela autoridade que há no nome de Jesus. Fp 4.6-7. Nem todas as pessoas reagem da mesma maneira; umas levam, mas tempos que outras, e é por isso que devemos usar o fruto do espírito que há em nossas vidas, pois quem dá o crescimento é o Senhor, nós apenas plantamos e regamos com a Palavra. Ec 3.1; 1 Co 3.6.
Ganhe a confiança de sua família, sem entrar em intimidades que podem ser tomadas como abusos. Cuide de representar Jesus Cristo com honra. Rm 2.24.
Mostre respeito por tudo (seu trabalho, o que investe seu dinheiro, etc.). Mais adiante terá oportunidade de instruí-lo para que tome decisões conforme a vontade de Deus. Tt 2.7.
Mostre-lhe interesse no que é como pessoa e não como um número para alcançar a meta, porque cada pessoa é de suma importância para Deus, e não devemos pensar que a pessoa é apenas mais um membro de uma congregação ou religião. Jo 3.16.
Durante o processo de consolidação devemos também motivar os novos convertidos constantemente em fé, dando testemunhos das pessoas contidas na Bíblia e da nossa própia vida. Hb 11.6. Leia todo o capitulo 11 de hebreus.
Na consolidação não devemos ficar pressionando o novo convertido, pois não é por força nem por violência, mais pelo o Espírito de Deus (Zc 4.6), e através da Palavra que é a verdade que liberta, por isso devemos ser flexível. Jo 8.32; II Tm 4.5.
Envolva-o nas atividades e mostre que ele é importante. Fp 1.3-5.
Mostre para o novo convertido que assistir os cultos na igreja é um ato de comunhão, celebração e adoração a Deus e não apenas um ato religioso. Tg 1.26,27. Apresente mais pessoas com as quais ele possa estabelecer vínculos de amizades, pois nós vemos na Palavra de Deus que os irmãos da igreja primitiva cresciam em amor e em comunhão, inclusive os novos crentes que iam chegando. At 2. 42-47 Ef 5.19,20.
A habilidade de realizar uma excelente consolidação é adquirida à medida que nos preparamos e o fazemos constantemente. I Co 15.58.
Decida a viver uma vida de consolidação.
Não esqueça, tudo é uma questão de decisão.
 

A CONSOLIDAÇÃO E O DISCIPULADO - 1/7: A CONSOLIDAÇÃO



A Consolidação




O que significa consolidação.

Consolidação é o processo que se dá depois que a pessoa nasce de novo em Cristo Jesus, ela passa agora a ser cuidada de uma forma especial, com muita atenção e em comunhão com os outros irmãos da igreja, a família de Deus, até que esteja fortalecido e animado para viver como um verdadeiro discípulo de Jesus Cristo.

Desta maneira estaremos cumprindo o ide de Jesus e anunciando as boas novas de salvação. I Pe 2.1-2; Ef 6.22; Cl 4.8; II Tess 2.17.



Qual é o propósito do processo de consolidação?

Um dos propósitos da consolidação é mostrar os benefícios ao novo cristão de pertencer à família de Deus. Pois todas aquelas pessoas que aceitam a Jesus, nascem de novo e passam a fazer parte da família de Deus, e também passam há usufruir dos benefícios que receberam por estarem na família de Deus através de Cristo Jesus. Ef 3.14,15, 19,20.

Outro propósito da consolidação é que todos, principalmente o líder do novo convertido, venha mostrar interesse por suas necessidades, pois esse é o papel da igreja, de ajudar os necessitados e assim ele venha realmente perceber que está na família de Deus. Gl 6.2.

Mais um propósito da consolidação é oferecer companheirismo ao novo crente, para que assim ele venha está confiante e desenvolva uma realidade de amizade, relacionamento.  Fp 4.3.

Na consolidação nós regamos a semente que foi plantada, para que possa crescer com qualidade. I Co 3.6; Jo 15.4,5, 16.

Através da consolidação ensinamos para os novos na fé sobre Cristo, seu amor e a vida abundante que Ele tem para todos que entregaram suas vidas para Ele. Jo 10.10.

Tornamos os novos convertidos conscientes da sua decisão por Cristo. Por que tudo na vida é uma questão de decisão. Cl 3.1-3.

Na consolidação devemos integrar os novos discípulos nas atividades das células, pois como fazemos parte do corpo de Cristo devemos nos envolver para desenvolvemos o reino de Deus, multiplicando as células e o corpo de Cristo crescendo sadio.  I Co 12.7,12, 27.



O trabalho na consolidação:

É necessário compreendermos que somos cooperadores de Deus (I Coríntios 3.9), Ele já fez a sua parte para a salvação da humanidade, ele nos entregou seu filho por amor a nós e o ressuscitou, porém nós como igreja, corpo de Cristo devemos fazer nossa parte anunciando as boas novas de salvação para os povos, para que eles se reconciliem com Deus; e pela consolidação firmamos as pessoas ganhas e as retemos até que elas próprias sejam capazes de fazer o mesmo com outras. (II Timóteo 2.2).

O trabalho na consolidação exige que nós tenhamos uma vida de Oração pelas pessoas que estamos cuidando. Rm 1.9. Que compartilhemos nosso tempo com elas. At 19.8. Devemos sempre mostrar interesse por sua família e ajuda-lo segundo as nossas condições. AT 16.31-34. Como Jesus fez, nós também devemos fazer (Jesus alimenta uma multidão: Mateus 14.13-21; Lucas 9.10-17; João 6.1-14; Marcos 6.30), sentir peso por suas necessidades e problemas. At 17.16. Estar disponível a todo tempo para eles. At 19.22-23. Suprir as suas necessidades na medida das nossas posses. At 11.29. Para que a consolidação seja efetiva é necessário que cada membro da célula saiba como realiza-la, e que a pratique como estilo de vida. Através da consolidação o cumprimento das metas será atingido.



A consolidação é o coração da multiplicação!

Quando uma pessoa nasce de novo, seja na célula ou nos cultos, todos os presentes deve fazer uma grande festa onde demonstrarão o prazer e a alegria de ter mais um discípulo ingressando na família de Deus. Lc 15.7-10.

É essencial que se preencha a ficha de consolidação corretamente, para que as cartas possam ser entregue o mais rápido possível, e também o telefonema seja efetuado. Ef 5.16.

Após o telefonema em no Maximo 24 horas, envia-se a carta no período de 48 horas. Agenda-se a visita, e no máximo em 7 dias esta pessoa receberá uma visita na sua casa de um dos discípulo do ministério.

Após a visita, a pessoa é encaminhada para uma célula, para que ela entre nos 12 estudos, faça o pré-encontro, vá para o Encontro Tremendo, depois para o pós-encontro, em seguida se matricule na Escola de Líderes, após a Escola de Líderes cursará o Centro de Ensino  e depois se tiver um chamado ministerial ou chamado para o ministério de socorros, o Centro de Treinamento para Ministros. Porém consideramos o discípulo consolidado após entrar na Escola de Líderes. 2 Ts 2.17; 2 Tm 2.2.