terça-feira, 10 de setembro de 2013

As Redes E A Consolidação


O que são as Redes?

Uma igreja em células no Princípio dos Doze é organizada em redes ou ministérios específicos. Assim, a Rede de Casais coordenará o avanço estratégico das células de casais, promoverá seminários e encontros de casais, organizará grandes eventos de colheita para casais e terá a sua reunião geral (que pode ser semanal ou mensal, de acordo com os interesses e a estrutura da igreja). Tudo sempre visando em Última análise ganhar vidas! O mesmo acontecerá com as redes de jovens, adolescentes, homens, mulheres, crianças, etc.


O que é, como funciona a Consolidação?

       Como dissemos no início, consolidar é firmar na fé o novo convertido, confirmá-lo como um verdadeiro crente em Jesus. Esse processo começa no momento da sua decisão, passa pelo batismo e vai até o término do Pós-encontro. Para que isto funcione a contento, há um ministério organizado na igreja que treina a aciona os consolidadores na medida da necessidade.
Quando uma pessoa confessa Jesus com Senhor, seja numa grande reunião da igreja, numa célula ou num evento de colheita, o Ministério de Consolidação será acionado para dar-lhe as primeiras instruções e preencher uma “ficha de consolidação” com os dados da pessoa. Essa ficha será distribuída no dia seguinte para um consolidador que fará imediatamente um contato telefônico (fonovisita) e marcará uma visita dentro de no máximo sete dias.
A partir daí, munido com o material apropriado, este consolidador fará uma série de doze estudos (de preferência na casa), uma por semana, ministrando assuntos básicos da fé cristã, orando pelo novo convertido e encorajando-o a envolver-se com a vida da igreja. O papel básico do consolidador nesse período em termos práticos será levar o novo convertido a frequentar uma célula (normalmente a sua), conduzi-lo ao Pré-encontro Com Deus Tremendo, Encontro Com Deus Tremendo, Pós-encontro Com Deus Tremendo e finalmente ser batizado nas águas (o batismo nas águas pode acontecer até mesmo na hora do novo nascimento).
A partir desse ponto, o líder da célula assume a responsabilidade por cobrir o novo membro e o consolidador estará livre para trabalhar com outras vidas. Há várias estruturas e que cooperam juntamente para a consolidação dos “bebês espirituais”.
Isso influenciará diretamente no crescimento da célula e evitará que alguns poucos fiquem sobrecarregados, assistindo todos os novos convertidos que chegam.
Esse treinamento acontece com aqueles que passam pela Escola de Líderes, mas periodicamente será dado também à parte como um seminário promovido para liderança do Ministério de Consolidação.
Cabe ao líder da célula estar atento às datas destes seminários e enviar aqueles que ainda não Foram treinados.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

OS PILARES DA VISÃO CELULAR


Quais os pilares desta visão?

       Este modelo se baseia em quatro pilares fundamentais: GANHAR, CONSOLIDAR, DISCIPULAR E ENVIAR. Uma maneira didática de ilustrar isso é a Escada do Êxito ou Escada do Sucesso, na qual cada degrau representa uma verdade e para cada verdade existem ferramentas específicas.
GANHAR: Ganhamos vidas através da série de Estudos “Viver em Cristo”, Grupos de Evangelismo “GE”, Células de Multiplicação (nossa forma numero um de ganhar vidas), Encontro Com Deus, Eventos de Colheita, Cultos de celebração, redes, evangelismo pessoal e coletivo (João 3.16).
CONSOLIDAR: Consolidamos vidas através da Fonovisita / Cartas / visitas de consolidação / série de estudos A nossa confissão de fé / consolidação individual / participação na célula / Pré-Encontro Com Deus Tremendo / Encontro Com Deus Tremendo / Pós- Encontro Com Deus Tremendo.
DISCIPULAR: Discipulamos vidas através da Escola de líderes (9 meses) / Reencontro / Célula de discípulos diretos “P12” (célula de edificação onde o discipulado um a um e intensificado) / Centro de ensino / Centro de treinamento.
ENVIAR: Enviamos vidas, novos líderes para formar uma nova célula de evangelismo ou multiplicação / após ser doze do líder da igreja local, por ter diretamente ou indiretamente três células, podem formar o seu grupo de doze ou célula de discípulos diretos “P12” / e sendo P12 ele começa a formar o seus 144, 1728...etc.
Todo crente, desde que se converte, deve ser desafiado e estimulado a conquistar cada degrau da Escada do Êxito. Todos devem fazer do ganhar os perdidos seu estilo de vida. Não se trata de um dom ou privilégio de alguns, mas de uma ordem que Jesus deu a todo cristão.
       Depois de ganho, o novo convertido precisa ser consolidado. Consolidar é, segundo os dicionários, “firmar, tornar permanente, sedimentar”. Todo aquele que nasce de novo deve ser considerado um bebê espiritual e precisa de alguém que o acompanhe e lhe dê o leite espiritual e o amparo para sua sobrevivência. Este é o papel de um consolidador. Mais adiante voltaremos a este assunto, analisando-o mais detalhadamente.
Uma vez consolidado, firme numa célula e batizado, o novo convertido deve entrar num processo de discipulado, onde através do relacionamento prático com um líder e do ensino, seu caráter será trabalhado e seu ministério formado a fim de que ele se torne um líder na Casa de Deus.
Nesta visão, todos são chamados para liderar. O lema é “Cada casa uma igreja, cada crente um ministro”.
O objetivo de todos é chegar a um ponto de maturidade e confiabilidade em que possam ser evidenciados. Este é o ultimo degrau da Escada do Êxito. Quando alguém se dedica em vencer os degraus anteriores, certamente chegará ao ponto de ser enviado por seu líder para começar sua própria celular, depois para formar seu grupo de doze discípulos “P12” e, se o seu ministério for comprovadamente frutífero, pode tornar-se um obreiro parcialmente remunerado, um pastor de tempo integral ou um missionário enviado para plantar igrejas em outras cidades e nações, etc.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como Surgiu A Visão P12


Como surgiu a Igreja em Células 
no Princípio dos Doze?

A explosão do movimento celular em nosso século aconteceu com a experiência de David Young Cho, Na Coreia do Sul, com sua igreja ultrapassando a marca de um milhão de membros através dos chamados grupos familiares.
A partir daí, inúmeras igrejas ao redor do mundo têm adotado esta estratégia. Uma delas é a Missão Carismática Internacional (MCI), de Bogotá, capital da Colômbia. Sob a liderança do casal César e Cláudia Castellanos, esta igreja nasceu em 1984 com oito pessoas na sala de sua casa.
A princípio, adotando o modelo coreano, Castellanos experimentou um sucesso limitado, até que Deus lhe deu a estratégia dos grupos de doze. Os detalhes desta experiência estão narrados no livro “Sonha e ganharás o mundo”, publicado pela Palavra da Fé – Produções.
A congregação de Castellanos contava com setenta células, quando Deus lhe deu o modelo dos 12, em 1991. De lá para cá esse número se multiplicou muitas vezes e hoje a MCI conta com mais de cem mil membros e trabalha para alcançar suas trinta mil células.
A experiência não ficou em Bogotá. Milhares de pastores de todo o mundo (e especialmente do Brasil) têm ido à Colômbia e abraçado a visão para suas igrejas. Uma delas, o Ministério Internacional da Restauração, baseado em Manaus/AM e pastoreado por Renê Terra Nova, tornou-se referencial para o Brasil. Abraçando o modelo, esta igreja pulou de quatro mil membros para mais de dezoito mil, em menos de dois anos.


Baseando-se na visão celular (dos líderes citados acima) e tendo como base a Palavra Revelada, falada pela segunda vez, a Rhema de Deus; nasceu no dia 22 de Julho de 2007 em Ceará-Mirim/RN – Brasil o Ministério Internacional Consciência Cristã, que é liderado pelo Apóstolo Roberto e Pastora Josilene Araújo, uma igreja em células no princípio dos doze que vivem a palavra revelada: Jesus.
Somos a primeira igreja com essa termologia, “princípio dos doze”, “P12”. E levaremos ao mundo essa visão que Deus tem colocado em nossos corações, levando para cada casa o conhecimento de Jesus, ensinando as pessoas a verdade revelada por Cristo, que através Dele as pessoas podem viver uma vida de plena comunhão com Deus, como Ele mesmo viveu e vive hoje com Deus Pai.
A nossa visão é a única até hoje 100% Visão Celular e 100% Palavra Revelada. Há muitas igrejas na visão celular, mas não vivem a revelação plena da palavra revelada, na Rhema de Cristo, e muitas que vivem na Rhema de Cristo, mas não vivem na Visão Celular. Porém no MICC / P12 Deus tem forjado essas duas realidades: Visão Celular e Palavra Revelada = Rhema. 
A Visão Celular o Princípio dos Doze mudará as nações, fazendo de cada casa, oca, cabana uma igreja, de cada discípulo de Cristo um sacerdote, um Líder.
Foi para isso que Jesus veio a terra, para implanta seu Reino em cada homem, e torna-los em filhos de Deus.

Por Que Adotar A Visão Celular?


Porque adotar o modelo de 
Igreja em Células?

       O modelo de Igreja em Células é a grande revolução eclesiástica desse novo milênio. Alguém já disse que se trata da segunda reforma. Estamos caminhando de volta para ordenança de Jesus! Só isso já seria motivo para abraçarmos esta visão. Entretanto, ela apresenta muitos argumentos a seu favor:
a) As células facilitam o relacionamento íntimo entre os membros e o desenvolvimento de alianças de companheirismo.
b) As células permitem e promovem um crescimento ilimitado da Igreja, uma vez que ela não fica restrita às dimensões de um templo.
c) As células fomentam a formação prática de novos líderes.
d) As células fornecem o ambiente propício para que cada crente exercite seus dons e talentos, permitindo a participação de todos. A dinâmica informal de suas reuniões introduz até os mais tímidos a se expressarem.
e) As células alcançam com mais facilidade os perdidos, porque vão aonde eles estão e não se revestem do formalismo comum nos templos.
f) As células permitem o acompanhamento pessoal de qualidade, já que todo crente tem um líder próximo de si.
g) As células tornam-se o testemunho da igreja mais abrangente, já que podem espalha-la por toda a cidade.
h) As células são a maneira mais eficiente (em alguns casos, a única) de implantação de novas igrejas, especialmente entre o povos não alcançados e fechados para o Evangelho.

A Igreja Em Células e a Tradicional




Qual a diferença entre uma igreja “com” Células e uma igreja “em” Células?

       Temos uma direção de Deus para vivermos como uma igreja “em” Células. Embora tenhamos nascido como igreja que possuía células apenas estimulavam (não exigiam) a participação de cada membro. Éramos uma igreja com células. Daqui em diante algumas coisas irão mudar. A primeira delas é a ênfase que daremos às reuniões caseiras. Elas serão o centro da vida da igreja. Já tinham uma importância muito grande para nós, mas agora tem mais ainda! É das células especialmente que esperamos o crescimento numérico e qualitativo da comunidade. Não vamos admitir mais a possibilidade de um membro da igreja que não esteja numa célula. Se a igreja é “em” células, um membro que não está em célula não está na igreja. Assim, de agora em diante quem não for à sua célula ou dela desaparecer por um período de três meses, será desconsiderado como membro ativo da comunidade, perdendo assim todos os direitos como tal (cobertura, pastoreamento, etc.)


Qual a base bíblica para o modelo 
de Igreja em Células?

       A Igreja começou nas casas e terminará nas casas. No processo de restauração que Deus tem operado através dos séculos, a igreja está fazendo o percurso de volta de Roma para Jerusalém.
Diz a Palavra de Deus que a Igreja original reunia-se todos os dias “no templo e de casa em casa” (At. 2.46,47; 5.42). Quando ela saiu de Jerusalém para conquistar o mundo, isso não mudou.
Embora tenhamos relatos dos apóstolos usando lugares públicos como sinagogas, praças e escolas para expandir o evangelho (At 17.17; 18.4; 19.8,9), era nas casas que os cristãos costumavam reunir-se e que a vida da igreja desenvolvia-se plenamente (At. 12.2; Rm 16.3-5; I Co 16.19; Cl 4.15).
Diz-se que a primeira célula de evangelismo descrita com detalhes no livro de Atos reuniu-se na casa de Cornélio (At 10.24). esse gentio recebeu Pedro em sua casa e para isso reuniu sua família e amigos íntimos. Ali Pedro pregou a Palavra, houve um grande derramar do Espírito, todos os presentes se converteram e foram imediatamente batizados nas águas. O costume de usar reuniões caseiras para anunciar o Evangelho nasceu com os apóstolos. Jesus usou este método insistentemente durante todo o seu ministério (Mt 26.6; Mc 2.15)
Ele não apenas deu o exemplo prático, como ensinou os seus discípulos a buscarem sempre uma “casa digna” para anunciar a Palavra (Mt. 10.11-13)

A Igreja Em Células e A Igreja Tradicional


O que é uma igreja em células?

       Uma igreja em Células é uma comunidade de cristãos baseada em pequenos grupos que se reúnem regularmente nas casas, locais de trabalho, escolas e outros lugares apropriados, com o objetivo de promover evangelismo, pastoreamento, comunhão, oração e ensino da Palavra de Deus. Neste tipo de igreja, os grupos ou células não são uma opção entre todos os demais programas e estruturas, mas são a estrutura principal, na qual todos os membros devem estar inseridos.



Quais as diferenças entre uma Igreja 
em Células e uma Igreja Convencional?

As igrejas convencionais não usam reunir-se em pequenos grupos fora do templo. Quando muito, adotam os pequenos grupos como uma estrutura opcional. Ou seja, o membro escolhe se quer ou não fazer parte deles. As atividades desse tipo de igreja se concentram no templo. Isso dificulta o crescimento porque ao invés da igreja cumprir a Grande Comissão “indo”, ela esperara que os perdidos “venham”. Dificulta a comunhão, visto que os relacionamentos tendem a tornar-se impessoais à medida que a igreja cresce e os membros não têm um espaço apropriado para desenvolver amizades e alianças. Dificulta o pastoreamento, uma vez que os pastores também não conseguem estar perto o suficiente das ovelhas para supri-las em suas necessidades mais específicas. Dificulta o exercício dos dons de cada crente, já que as grandes reuniões só proveem espaço para uns poucos ministrantes.
Numa igreja em células acontece justamente o oposto. O centro da vida da comunidade são os pequenos grupos, onde todos podem receber pastoreamento direto de um líder, ser providos de ensino, gozar de uma comunhão pessoal com os outros membros e exercitar seus dons, já que nas células é estimulada a participação ativa de todos. Além disso, o evangelismo se torna mais eficaz, já que a igreja “vai” até onde está o perdido e não fica esperando que ele “venha”. O ambiente informal de uma célula favorece tanto a conquista de pessoas que resistem em ir a um culto no templo, quanto a formação de novos líderes, visto que pessoas descrentes são acompanhadas de perto e têm ali um espaço para o treinamento prático, coisa que não acontece numa igreja convencional baseada em programas.

Células e Discípulos










Qual o número máximo de 
membros numa Célula?

Uma célula não tem um número máximo de membros definido, mas é inconveniente que ela se torne muito grande. Se isso acontecer é sinal de que está havendo uma disfunção: o líder não está sendo bem sucedido na formação de novos líderes, não está enviando gente para as Escolas e por isso a célula está crescendo, mas não se multiplica. Para evitar essa disfunção, vamos trabalhar com alvos. Uma célula deverá ter até doze (12) membros. Neste ponto ela já deve se preparar para a multiplicação. Vamos manter uma tolerância até quinze (15) pessoas. A partir daí, se não houver, a situação e interferir, se for necessário.
Com as células de casais trabalharemos com números diferentes. O limite máximo ideal será de oito (08) casais e o de tolerância, dez (10).
É claro que estamos trabalhando com alvos e cada caso é um caso e deverá ser analisado de maneira específica.
Uma célula, por exemplo, pode promover um evento de colheita muito bem sucedido e ter o número de membros drasticamente aumentado em poucas semanas, sem que a formação de novos líderes tenha acompanhado esse ritmo de crescimento. É bom lembrar que só contamos como membro da célula aquela pessoa consolidada, já batizada e que estão na escola de líderes.
Os visitantes e os que estão em consolidação não são contados ainda, mas devem fazer parte das avaliações do líder e de quem cobre a célula. Um grupo, por exemplo, que tem dez (10) “visitantes” fixos por um bom tempo, não está sendo bem sucedido na missão de consolidar vidas. Por algum motivo, os novos não estão sendo levados a um compromisso através da confissão e do batismo e isso deve ser.